Jerusalém – 12 de janeiro de 2026
Israel está em estado de alerta devido as ameaças de Donald Trump para um possível ataque surpresa contra a ditadura iraniana que continua massacrando sua própria população por causa dos protestos. Lembrando que os protestos visam o fim da ditadura de Ali Khamenei e a República Islâmica, ambos se demostraram um verdadeiro fracasso em manter o mínimo de qualidade de vida para seus cidadãos. Ao invés de investir em infra-estrutura básica, energia, água, educação tecnológica e saúde, trilhões de dólares foram desviados para alimentar o ódio contra o ocidente, em especial contra Israel.
O presidente dos EUA, Donald Trump, revelou ontem de noite que o Irã se ofereceu para retomar as negociações sobre o acordo nuclear. “Talvez nos encontremos com eles”, disse ele a repórteres no Air Force One, a caminho da Flórida para Washington. Mais tarde, ele alertou novamente o regime de Teerã contra qualquer agressão aos manifestantes: “Se eles (a Guarda Revolucionária) fizerem isso, responderemos com uma força que eles nunca viram antes. Eles nem vão acreditar.”
Ele disse que o governo está em negociações para marcar uma reunião com Teerã, mas alertou que talvez tenha que agir primeiro. “Acho que eles estão cansados de serem apanharem dos Estados Unidos, o Irã quer negociar.”
Jerusalém – 11 de janeiro de 2026
Ditadura Iraniana faz chacina e EUA ameaçam, em Israel apoiam o Povo Iraniano
Pelo menos 466 pessoas morreram desde o início dos protestos, e o número pode ser muito maior. Trump recebeu opções de ataque, mas o New York Times afirmou que os militares dos EUA podem querer mais tempo “para fortalecer posições e preparar defesas”. As Forças de Defesa de Israel enfatizaram: “Estamos preparados para a defesa, saberemos como responder com força, se necessário”. Netanyahu: “O povo de Israel está admirado com o heroísmo dos cidadãos do Irã”.
Nas últimas semanas, a segurança regional no Oriente Médio voltou ao centro das atenções com uma combinação de tensões militares, movimentações diplomáticas e protestos internos que atraem a atenção de Israel e de seus aliados. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou, em pronunciamento oficial, que o país está monitorando atentamente os acontecimentos no Irã — especialmente o amplo movimento de protestos contra o regime — e que as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão prontas para responder a qualquer ameaça externa, mantendo alerta máximo em todas as frentes.
Protestos no Irã e Repercussões Geopolíticas
O artigo do Ynet reportou que o número de mortes em protestos no Irã chegou a pelo menos 466 vítimas, segundo organizações de monitoramento de direitos humanos. O regime iraniano enfrenta uma onda de manifestações que começaram em resposta a questões internas, incluindo insatisfação com a economia e repressão política.
O governo israelense classificou os eventos como de preocupação estratégica, uma vez que o Irã continua a ser considerado por Tel Aviv como a principal ameaça regional, especialmente por seu apoio a grupos como Hamas, Hezbollah e milícias pró-Teerã em países como Síria, Líbano, Iraque e Iêmen.
Essas ameaças fazem parte de um cenário maior de alarme regional, onde grupos aliados ao Irã ou a outras potências buscam pressionar Israel em múltiplas arenas, não apenas na fronteira com Gaza.
Estado de Preparação Militar de Israel
O governo e as IDF enfatizam que o país está altamente preparado, com sistemas de defesa como o Iron Dome, Arrow 3 e o novo sistema a laser, Iron Bean, operando para interceptar projéteis e proteger áreas civis. Autoridades militares também reiteraram que Israel responderá com força a qualquer ataque direto ou ameaça significativa.
Netanyahu destacou que, embora Israel acompanhe de forma crítica as tensões com o Irã, qualquer ação militar direta dependerá de critérios estratégicos e do alinhamento com seus aliados, incluindo os Estados Unidos, que também estão acompanhando a situação de perto.
A combinação de protestos internos no Irã, a possível hesitação americana em atacar diretamente instalações iranianas — conforme relatado por veículos internacionais — e o contínuo apoio de Teerã a grupos armados na região significa que o equilíbrio de poder no Oriente Médio continua fluido.
Esse contexto tem repercussões não apenas para Israel, mas também para a segurança marítima no Mar Vermelho, as relações com países do Golfo, e a postura das potências ocidentais na região.








