Depois de meio ano de protestos tumultuados, o Knesset aprovou em segunda e terceira leituras a primeira parte da revolução legal: o ministro da Defesa tentou até o último minuto convencer Netanyahu a abrandar, no plenário falou com os líderes da oposição e implorou a Levin:

“Dê alguma coisa, alguma coisa!”. Mas no final não houve mudança na redação, todas as ressalvas foram retiradas, a oposição abandonou – e Gallant também apoiou. Levin afirmou mais tarde: “Este é um primeiro passo histórico”.

A grande pergunta agora é para onde irão os protestos e se a batalha entre esquerda e direita vai cessar. A vida do israelense está sendo um inferno nos últimos meses com tantas paralisações por causa dos protestos.

A votação foi realizada após todas as tentativas possíveis de negociação e aproximação da posição de ambos os lados, a direita e a esquerda. Netanyahu que estava hospitalizado ganhou alta e apesar da recomendação do médico de repousar, fez questão de participar da votação.


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