Jerusalém / Sião – A tensão no Oriente Médio atingiu um novo patamar nas últimas horas. De acordo com informações divulgadas na mídia israelense e analisadas por fontes locais, cresce a expectativa de que os Estados Unidos realizem um ataque militar de grande escala contra o Irã dentro de um prazo estimado de até 72 horas.
Os indícios mais fortes vêm de movimentos militares concretos, especialmente a ordem de evacuação da maior base americana no Oriente Médio, localizada no Qatar, país vizinho ao Irã. A retirada de milhares de soldados é interpretada como um passo estratégico clássico antes de uma ofensiva militar.
Evacuação da base americana no Qatar acende alerta máximo
Jornais israelenses de grande circulação destacaram a evacuação emergencial da base americana no Qatar, considerada a mais importante instalação militar dos Estados Unidos na região. A retirada estaria sendo realizada para evitar riscos a aproximadamente 10 mil soldados ali estacionados.
Especialistas militares em Israel avaliam que, uma vez concluída a evacuação, os Estados Unidos estarão livres para iniciar uma ofensiva direta contra alvos estratégicos iranianos, especialmente posições da Guarda Revolucionária Islâmica.
Guarda Revolucionária entra em estado máximo de prontidão
Do lado iraniano, a resposta não demorou. A Guarda Revolucionária Islâmica, força paramilitar responsável tanto pela repressão interna quanto pela exportação da revolução islâmica para outros países, declarou estar no mais alto nível de prontidão militar.
Autoridades iranianas afirmaram que, caso sejam bombardeadas, responderão atacando países da região, incluindo Arábia Saudita e Turquia, caso esses territórios sejam utilizados como apoio logístico ou base para operações americanas. A declaração aumentou o temor de um conflito regional de grandes proporções.
Israel não pretende atacar, mas se prepara para se defender
Segundo informações que circularam após uma reunião do gabinete de segurança e guerra de Israel, o governo israelense avalia que os Estados Unidos já tomaram a decisão de atacar o Irã. A dúvida, segundo fontes israelenses, não é mais se o ataque acontecerá, mas quando.
Israel, por sua vez, não planeja iniciar ataques neste momento, optando por uma postura defensiva. O país estaria aguardando os desdobramentos da ação americana, enquanto reforça seus sistemas de defesa e monitora possíveis reações indiretas por meio de grupos aliados ao Irã, como o Hezbollah.
Trump ordena saída imediata de cidadãos americanos do Irã
Outro sinal considerado decisivo foi a ordem direta do presidente dos Estados Unidos para que todos os cidadãos americanos deixem imediatamente o Irã, com orientação para cruzar as fronteiras rumo à Turquia ou Armênia.
O presidente americano declarou que sua principal preocupação é o massacre de civis iranianos pelo próprio regime, fazendo referência à repressão violenta contra manifestantes e opositores internos.
Além disso, Washington anunciou a suspensão de contribuições financeiras à ONU, até que a organização reveja o que os Estados Unidos classificam como uma postura sistematicamente anti-Israel.
Irã acusa EUA e Israel pelas mortes de civis
Em resposta, o regime iraniano acusou Israel e os Estados Unidos de serem responsáveis pelas mortes de civis no país. No entanto, analistas e organizações internacionais apontam que as forças do próprio regime iraniano vêm reprimindo manifestações com extrema violência, incluindo relatos de disparos contra manifestantes.
A Guarda Revolucionária já é oficialmente classificada pelos Estados Unidos como uma organização terrorista, devido à sua atuação dentro e fora do Irã, financiando e armando grupos extremistas em diversos países do Oriente Médio.
Região vive horas decisivas
De acordo com avaliações feitas em Israel, as próximas 72 horas serão críticas para o futuro do Oriente Médio. O cenário mais provável, segundo analistas locais, é um ataque americano focado em infraestrutura militar, bases da Guarda Revolucionária e sistemas estratégicos do regime iraniano.
Israel reforça que não tem conflito com o povo iraniano, mas sim com o regime teocrático dos aiatolás, acusado de terrorismo institucionalizado, repressão interna e ameaça nuclear constante.
Apelo por oração e vigilância
Diante do cenário instável, líderes religiosos e analistas em Israel fazem um apelo à comunidade internacional para oração pela paz de Jerusalém e do Oriente Médio, ressaltando que a região atravessa um dos momentos mais delicados dos últimos anos.
“Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam” (Salmos 122:6).
Novas atualizações devem ser divulgadas a qualquer momento, à medida que os acontecimentos evoluam rapidamente.








